Na mensagem, Bento XVI lembra que a Igreja sustenta e promove as potencialidades do turismo e, ao mesmo tempo, assinala os seus riscos e desvios, empenhando-se em corrigi-los.
Ressaltando que o turismo, é um espaço privilegiado para o restabelecimento físico e espiritual, facilita o encontro entre pessoas de culturas diversas e torna-se ocasião de contato com a natureza, Bento XVI afirma que viajar favorece a escuta e a contemplação, a tolerância e a paz, o diálogo e a harmonia no meio da diversidade.
Bento XVI indicou, por fim, três âmbitos nos quais a pastoral do turismo deve centrar a sua atenção: Em primeiro lugar, “iluminar este fenômeno com a doutrina social da Igreja, promovendo uma cultura do turismo ético e responsável.
Em segundo lugar, a ação pastoral nunca deve esquecer o “caminho da beleza”: “É importante cuidar do acolhimento e organizar as visitas turísticas sempre dentro do respeito devido ao lugar sagrado e à função litúrgica”.
E, em terceiro lugar, “a pastoral do turismo deve acompanhar os cristãos no gozo das suas férias e tempo livre a fim de que seja proveitoso para o seu crescimento humano e espiritual”. Ou seja, que as férias sejam um “tempo oportuno para relaxar o corpo e nutrir o espírito com períodos mais amplos de oração e de meditação, a fim de crescer na relação pessoal com Cristo e se conformar cada vez mais aos seus ensinamentos”.
Em síntese, Bento XVI recorda que, no contexto da nova evangelização, é necessário colher a ocasião que o turismo oferece para apresentar Cristo como resposta suprema às questões do homem atual. E exorta todos a fim que a pastoral do turismo faça parte da pastoral orgânica e ordinária da Igreja.
RCR/RV












